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sexta-feira, 2 de março de 2012

Na posse de Crivella, Dilma chora e defende política de coalizão


Na posse de Crivella, Dilma chora e defende política de coalizão
Presidente lamentou a saída de Luiz Sérgio do Ministério da Pesca.
'Infelizmente', às vezes é preciso 'prescindir' de algumas pessoas, disse.
Priscilla Mendes e Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília
02/03/2012 

A presidente Dilma Rousseff chorou ao lamentar, nesta sexta-feira (2), durante cerimônia de posse de Marcelo Crivella no Ministério da Pesca, a saída de Luiz Sérgio de sua equipe de ministros. Ela defendeu a existência de alianças e coalizões políticas como "essência para que o Brasil seja administrado" e disse que, "infelizmente", às vezes é preciso "prescindir" de algumas pessoas no governo.
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quinta-feira, 1 de março de 2012

'Não sei nem colocar minhoca no anzol', diz novo ministro da Pesca

'Não sei nem colocar minhoca no anzol', diz novo ministro da Pesca
Em entrevista, Marcelo Crivella, indicado na quarta, afirma ter muito o que aprender no comando da pasta


iG São Paulo | 01/03/2012 11:28
O novo ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella (PSB-RJ), afirmou nesta quinta-feira, em entrevista à rádio Estadão/ESPN, que tem muito a aprender sobre os assuntos ligados à pasta, que será assumida por ele oficialmente na sexta-feira, em substituição ao petista Luiz Sérgio Oliveira. "Eu vou dizer uma coisa muito humildemente: eu não sei nem colocar uma minhoca no anzol", disse Crivella.
Indicação: Marcelo Crivella assumirá Ministério da Pesca
De olho em SP: Para ajudar Haddad, Dilma deu ministério para Crivella


Crivella negou que apoio de Russomanno a Haddad tenha
relação com convite para o ministério
Foto: AE

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Eduardo: “Palavra do Lula pode abrir entendimento”

Publicado por Valdecarlos Alves, em 29.02.2012 às 12:03
(Foto: Aluísio Moreira/SEI)
Em entrevista agora há pouco à Rádio Folha FM, o governador Eduardo Campos (PSB) negou ter tratado da questão do Recife com a presidente Dilma Rousseff, durante um café da manhã com a petista em um hotel. “Não é verdade. Minha conversa com a presidente foi sobre questão adminsitrativo. O PAC da mobilidade foi objeto da conversa. Tratamos de outros pontos como a refinaria, fábrica da Fiat, ferrovia Transnordestina, Minha Casa, Minha Vida…“, enumerou o socialista. Apesar de admitir que falaram sobre a política nacional, Campos voltou a negar que tenha pedido à petista para interceder sobre a celeuma do seu partido em Pernambuco.
O governador ressaltou que sua prioridade, assim como aconteceu em 2008, será se dedicar ao processo político eleitoral na hora certa. “Muitas vezes a solução demora, muitas vezes pode ser acelerada…”, destacou Eduardo Campos, que aguarda a chamada do ex-presidente Lula para um segundo encontro com o petista.  “O próprio presidente Lula nos solicitou que, tão logo concluísse o tratamento (contra o câncer) que eu fosse a São Paulo para discutir com ele sobre o geral mesmo. A pauta é do Lula, não é minha”, desconversou, para em seguida falar: “Uma palavra do Lula, em muito lugar, pode abrir entendimento, pelo respeito que o nosso campo político tem por ele. Mas não acredito que ele vai se meter ( no cenário do Recife).

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