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terça-feira, 19 de junho de 2012

IBGE revela carência de coleta seletiva de lixo nas cidades brasileiras

ALERTA
Levantamento do IBGE revela carência de coleta seletiva de lixo nas cidades brasileiras 
 Cerca de mil municípios possuem algum sistema de separação para reciclagem

18/06/2012 21:14 - AGÊNCIA ESTADO

O número de cidades brasileiras com coleta seletiva de lixo mais que dobrou de 2000 a 2008, mas ainda assim apenas 1.087 municípios, ou 19,5% do total, têm alguma forma de separação para reciclagem. Segundo a pesquisa Índices de Desenvolvimento Sustentável (IDS 2012), divulgada nesta segunda-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2000, apenas 8,2% das cidades tinham coleta seletiva.



quarta-feira, 30 de maio de 2012

CCJ aprova inclusão de servidor do IBGE em carreira típica de Estado

30/05/2012 13:27
CCJ aprova inclusão de servidor do IBGE em carreira típica de Estado
Arquivo/ Beto Oliveira
Faria de Sá: servidores do IBGE não podem ser alvo de pressão.
Arnaldo Faria de SáA Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou nesta quarta-feira, em caráter conclusivo, o Projeto de Lei 6127/09, do Senado, que inclui os servidores efetivos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) entre os que desenvolvem atividades típicas de Estado.

O texto aprovado seguirá para sanção presidencial, a menos que haja recurso para que seja votado pelo Plenário.
Os servidores das carreiras típicas de Estado são encarregados das tarefas que só o Poder Público pode executar. Entre eles estão auditores fiscais da Receita Federal, auditores fiscais do Trabalho, funcionários do Banco Central, advogados públicos federais, defensores públicos federais, gestores governamentais, delegados da Polícia Federal, peritos criminais federais, diplomatas, juízes e integrantes do Ministério Público. Esses servidores contam com proteção do cargo contra mudanças de governo e interesses políticos.



Agência Câmara de Notícias

sexta-feira, 9 de março de 2012

Mulheres representam quase metade da população rural brasileira

Nacional // dia da mulher
Mulheres representam quase metade da população rural brasileira
Publicado em 08.03.2012, às 14h35

Mais de 14 milhões de brasileiras vivem fora dos centros urbanos, segundo dados do último censo feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse número representa quase metade da população rural brasileira, ou seja, 47%. Só na Região Norte, quase 2 milhões de mulheres vivem no campo e na floresta.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Mais de 11 milhões vivem em favelas no Brasil, diz IBGE; maioria está na região Sudeste

Mais de 11 milhões vivem em favelas no Brasil, diz IBGE; maioria está na região Sudeste

21/12/2011 - 10h00
Janaina Garcia
Do UOL Notícias, em São Paulo



Um total de 11.425.644 de pessoas --o equivalente a 6% da população do país-- ou pouco mais de uma população inteira de Portugal ou mais de três vezes a do Uruguai. Esse é o total de quem vive, atualmente, no Brasil em aglomerados subnormais, nome técnico dado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para designar locais como favelas, invasões e comunidades com, no mínimo, 51 domicílios.
O número foi divulgado nesta quarta-feira (21) pelo instituto como complemento ao Censo 2010, do final de abril deste ano. Além do mínimo de moradias, outro critério-chave para classificar essas áreas como aglomerados subnormais é carência: com origem em ocupações de locais públicos ou particulares, a maioria sofre a falta ou a inadequação de serviços públicos de qualidade, além de, em geral, estarem dispostas densa e desordenadamente.
O contingente identificado pelos pesquisadores em todo o Brasil está em pouco mais de 3,224 milhões de domicílios, a maioria, 49,8%, na região Sudeste –com destaque para os Estados de São Paulo, com 23,2% dos domicílios, e Rio de Janeiro, com 19,1%. Em toda a região, são mais de 5,580 milhões vivendo nesses aglomerados.

As dez maiores favelas do Brasil

  Nome Estado População
Rocinha RJ 69.161
Sol Nascente DF 56.483
Rio das Pedras RJ 54.793
Coroadinho MA 53.945
Baixadas da Estrada Nova Jurunas PA 53.129
Casa Amarela PE 53.030
Pirambú CE 42.878
Paraisópolis SP 42.826
Cidade de Deus AM 42.476
10º Heliópolis SP 41.118
  • Fonte: IBGE
Em população, o território paulista apresentou um total de pouco mais de 2,715 milhões de moradores em áreas carentes, diante de aproximadamente 2 milhões no Estado do Rio. Em Minas Gerais, são 598.731 moradores nessas condições; no Espírito Santo, 243.327.
A região Nordeste é a segunda com maior número de moradores em comunidades carentes: são 3.198.061 de pessoas ou 28,7% do total nacional; a maioria, nos Estados da Bahia (970.940) e Pernambuco (875.378). O Norte vem na sequência, com 14,4% ou 1.849.604 de pessoas --a grande maioria, 1.267.159 (10,1%), no Pará.
O Sul aparece no mapeamento como a quarta região com mais comunidades carentes, 5,3% ou 590.500, mais da metade, 297.540, no Rio Grande do Sul. Em último lugar vem o Centro-Oeste, com 206.610 pessoas ou 1,8% do total nacional nos aglomerados subnormais –133.556, apenas no Distrito Federal.

Regiões metropolitanas
De acordo com o censo das áreas carentes, a maioria esmagadora de seus domicílios está concentrada em um grupo de 20 regiões metropolitanas (RMs) --são 88,6%, ao todo, sobretudo na RM de São Paulo (596.479 pessoas), na do Rio (520.260), de Belém (291.771), Salvador (290.488) e Recife (249.432)

Tipos de aglomerados pelo Brasil

No Rio de Janeiro, as favelas estão em encostas íngremes e de alta densidade populacional

Em Macapá (AP), as comunidades carentes ficam em baixadas permanentemente inundadas

Em Manaus (AM), as aglomerações ficam em áreas de igarapés


Em São Luís (MA), os aglomerados estão predominantemente na periferia da capital



Segundo os pesquisadores, uma explicação possível para a presença maciça de favelas nas regiões metropolitanas com mais de um milhão de habitantes é a concentração demográfica e a maior oferta de emprego no município-núcleo --não necessariamente, ainda que na maior parte das vezes, uma capital. 


Tipos de ocupação e intervenções necessárias

O estudo identificou tipos diferentes de aglomerados conforme região e Estado, bem como nomenclaturas. No Rio, por exemplo, as favelas estão localizadas principalmente em encostas íngremes; em Fortaleza, em áreas de praia.
Em Maceió, as áreas estão predominantemente em vales profundos, conhecidos na região como grotas. Já em Macapá, essas comunidades ficam em baixadas permanentemente inundadas, chamadas palafitas. Em Cubatão (SP), a localização é em manguezais; em Manaus, em igarapés e encostas.
No caso do Rio de Janeiro, onde está a favela mais populosa do país --a Rocinha--, o IBGE apontou que as ocupações mais antigas ficavam na região central e proximidades, pois é onde há oferta maior de trabalho.
Em São Paulo, Estado com maior número de moradores em aglomerados subnormais, os pesquisadores destacaram predomínio de favelas de pequeno porte, distantes da área central.
Em Belém, o perfil dominante é o de ocupação, com alta densidade, de baixadas junto ao rio Guamá, próximas ao centro e sujeitas a inundações periódicas, mas com ruas e acesso às casas no interior, por meio de grandes quadras, becos e vielas. Já as ocupações mais recentes estão mais distantes, no norte do município.
Entre as intervenções apontadas como necessárias, para grandes aglomerados o estudo indica “profundas” ações que vão desde as melhorias de acessibilidade ao local de moradia, como a construção de planos inclinados, teleféricos ou a abertura de ruas, até o aumento de redes de água, esgoto e energia.
Em aglomerados menores, porém, boa parte fica em loteamentos e áreas que não podem receber edificações, como margem de córregos –e justamente onde as inundações são mais frequentes. 

O estudo

O primeiro levantamento sobre as favelas no país foi feito pelo IBGE em 1953, no estudo “As favelas do Distrito Federal e o Censo Demográfico de 1950”. O termo aglomerados subnormais, porém, só passou a ser adotado em 1987, usado no Censo de 1991 e no de 2000.
É a partir do Censo 2010, contudo, que os tipos mais diversos de aglomerados são analisados, uma vez que inovações tecnológicas e de método de trabalho, de acordo com o instituto, tornaram a pesquisa mais aprimorada –sobretudo pelo uso de imagens de satélite e GPS.
Por este motivo, explicaram os pesquisadores, não é possível comparar de forma linear o número de moradores em aglomerados do tipo em 2000, 6.535.634, com os mais de 11 milhões atuais.
Há uma década, porém, São Paulo (2.071.117 de pessoas) e Rio de Janeiro (1.387.889) já despontavam como as áreas mais populosas desses aglomerados.
Já áreas de aglomerados contíguos, localizados dentro das áreas analisadas, mas fora do padrão de um mínimo de 51 domicílios, não foram analisadas. Em função disso, alertam os pesquisadores do IBGE, números de moradores de favelas divulgados por Estados ou municípios podem soar destoantes daqueles divulgados pelo Censo.



IBGE

Refeição fora de casa sobe 9,81% e é maior "vilã" do ano, diz IBGE - E mais


Nordeste // investimentos 
Ford anuncia fábrica de motores na Bahia, a primeira da montadora no Nordeste

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Lançamento da pedra fundamental da fábrica de motores da Ford em Camaçari
Foto: Divulgação / Manu Dias / Secom-BA
Gustavo Maia Do NE10/Bahia
 

Esta terça-feira (20) foi de ouro para a indústria baiana. Horas antes do anúncio da construção de unidades da multinacional norte-americana Kimberly-Clark no complexo industrial de Camaçari, a Ford lançou a pedra fundamental da sua primeira fábrica de motores no Nordeste, um investimento da ordem de R$ 400 milhões, na sede da montadora, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. Com a nova planta - a Ford já possui uma fábrica no local desde 2001 - será possível produzir aproximadamente 210 mil unidades por ano. Para o governador Jaques Wagner, isso "significa agregar mais conteúdo baiano à produção dos novos carros". 
“Eu tenho certeza que, do ponto de vista logístico, será bom para a Ford, porque ela otimiza a sua produção e do ponto de vista nosso, dos baianos, e para o governo do Estado, a gente mostra que tem capacidade para fazer um carro praticamente completo aqui na Bahia”. Wagner lembrou, ainda, que no início do próximo ano a Ford estará lançando, em Brasília, seu novo carro mundial que foi todo desenvolvido na fábrica de Camaçari, onde emprega 1.200 engenheiros. “É mais emprego, mais tecnologia e mais gente sendo bem formada”, ressaltou o governador.
Além de exaltar o novo projeto da montadora, Wagner lembrou que a JAC Motors também terá uma fábrica no Complexo de Camaçari, o que contribui ainda mais para a consolidação do parque automotivo baiano.
Com informações do Governo da Bahia
 ***
 
Viva o capitalismo nordestino
Estado comemora. Pernambuco lidera geração de empregos formais no Nordeste

O Estado de Pernambuco liderou a geração de empregos formais na Região Nordeste no mês de novembro. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados hoje (20) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, foram criados 5.135 empregos com carteira assinada, o que corresponde a uma expansão de 0,41% em relação ao mês anterior. Entre janeiro e novembro foram gerados 91.085 novos postos de trabalho em Pernambuco, também o maior saldo verificado na região, com crescimento de 7,74% em relação ao mesmo período do ano passado.

"Os números refletem o dinamismo da economia do Estado e do mercado de trabalho formal, fruto da política de investimentos desenvolvida pelo Governo de Pernambuco, que desde 2010 vem se mantendo no patamar de R$ 2,5 bilhões por ano, contra uma média histórica anterior (até 2006) de R$ 600 milhões anuais", comentou o secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Geraldo Júlio.


A geração de empregos é reflexo também de uma agressiva estratégia de atração de empreendimentos privados, que engloba além da política de incentivos fiscais, a priorização da capacitação profissional. Hoje o Estado dispõe de 14 escolas técnicas estaduais e seis federais, que juntas oferecem 23 cursos. Para 2014, a meta é chegar às 60 unidades de ensino profissionalizante.


O levantamento do Ministério do Trabalho também constatou a expansão do mercado de emprego em Pernambuco, com o crescimento da oferta de vagas nos municípios do interior do Estado. Segundo o Caged, entre os dez municípios que mais criaram empregos formais no mês de novembro apenas quatro são da Região Metropolitana do Recife.


“A estratégia de interiorização do desenvolvimento, implantada pelo Governo do Estado, vem possibilitando à população do interior do Estado realizar o sonho de conseguir um bom emprego, numa boa grande indústria e com bom salário”, destaca Geraldo Júlio.












NE10

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

IBGE: 25% da riqueza do País está concentrada em cinco cidades

IBGE: 25% da riqueza do País está concentrada em cinco cidades

14 de dezembro de 2011 • 10h25 •  atualizado 11h07


Em 2009, cerca de 25% de toda ariqueza do País estava concentrada em São Paulo, com 12%, Rio de Janeiro (5,4%), Brasília (4,1%), Curitiba (1,4%) e Belo Horizonte (1,4%), segundo estimativas do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios publicadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.Conforme o IBGE, embora sejam responsáveis por 25% do PIB nacional, essas cidades possuem apenas 12,6% da população nacional. Cerca de 50% do PIB nacional está concentrado em 51 municípios, que representavam 30,8% da população. No grupo com pior renda do País estão 1.302 municípios que respondiam por 1% do PIB e 3,3% da população em 2009.No levantamento o IBGE constatou que, excluindo-se as capitais, 12 municípios geravam individualmente mais do que 0,5% do PIB. Esses locais, que eram responsáveis por 9,3% da riqueza do País, estão predominantemente no Sudeste. O Estado de São Paulo conta com oito cidades nesse grupo: Guarulhos, Campinas e Osasco, com 1%, São Bernardo do Campo ( 0,9%), Barueri (0,8%), Santos e São José dos Campos (0,7%) e Jundiaí (0,5%). A lista conta ainda com a cidade fluminense de Duque de Caxias, com 0,8%, mesma pontuação da mineira Betim. Campos dos Goytacazes (RJ), com 0,6% e Canoas (RS), com 0,5%, fecham a lista.Em 2009, a riqueza de 10% dos municípios com maior PIB foi 95,4 vezes maior que a riqueza média dos 60% com menor PIB, conforme o IBGE. De 2005 a 2009, essa proporção vem sofrendo pequenas quedas, segundo o instituto. Enquanto em 2005 chegou a 100,9 vezes, nos anos seguintes passou para 99,7, 99,3, 96,5 e chegou a 95,4 em 2009.A região Sudeste é a que apresenta os maiores indicadores ao longo da série histórica. Mesmo sem que sejam computados as capitais de São Paulo e Rio de Janeiro, o indicador continua alto, o que mostra concentração do PIB, de acordo com o IBGE. As regiões Nordeste, Norte e Sul apresentaram menos concentração, enquanto no Centro-Oeste foi constatado a concentração devido a Brasília.As maiores concentrações de riqueza estão nos Estados de São Paulo, seguida do Amazonas e Rio de Janeiro. As menores podem ser observadas em Rondônia, Acre e Tocantins. O maior ganho de participação no PIB ocorreu nos municípios com faixa de 100.001 a 500 mil habitantes, que passou de 26,1%, em 2000, para 27,4%, em 2009. A maior perda foi nos com mais de 500 mil habitantes, que em 2000 geravam 45,8% do PIB e, em 2009, passaram a gerar 42,7%.
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