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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Governo libera R$ 974 milhões para apoiar projetos de transporte, moradia...

INVESTIMENTO

Governo libera R$ 974 milhões para apoiar projetos de transporte, moradia e saneamento

Verba será destinada a municípios com menos de 50 mil habitantes



10/05/2012 09:25 - AGÊNCIA BRASIL

BRASÍLIA - O Ministério das Cidades vai receber crédito suplementar no valor de R$ 974 milhões para investimentos em projetos de transporte coletivo, habitações populares e saneamento básico nos municípios com menos de 50 mil habitantes. O decreto foi publicado nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial da União.

O crédito suplementar é feito quando há uma despesa com dotação insuficiente na Lei Orçamentária Anual. Ele se dá com o cancelamento de uma despesa e suplemento de outra programação. Neste caso, foram canceladas obras de saneamento, habitação e assentamentos em municípios com população superior a 50 mil habitantes.

O crédito suplementar pode ser feito por decreto presidencial em valor até 20% superior à dotação orçamentária. Acima de 20%, deve ser encaminhado projeto de lei ao Congresso Nacional.

Folha PE

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Refeição fora de casa sobe 9,81% e é maior "vilã" do ano, diz IBGE - E mais


Nordeste // investimentos 
Ford anuncia fábrica de motores na Bahia, a primeira da montadora no Nordeste

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Lançamento da pedra fundamental da fábrica de motores da Ford em Camaçari
Foto: Divulgação / Manu Dias / Secom-BA
Gustavo Maia Do NE10/Bahia
 

Esta terça-feira (20) foi de ouro para a indústria baiana. Horas antes do anúncio da construção de unidades da multinacional norte-americana Kimberly-Clark no complexo industrial de Camaçari, a Ford lançou a pedra fundamental da sua primeira fábrica de motores no Nordeste, um investimento da ordem de R$ 400 milhões, na sede da montadora, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. Com a nova planta - a Ford já possui uma fábrica no local desde 2001 - será possível produzir aproximadamente 210 mil unidades por ano. Para o governador Jaques Wagner, isso "significa agregar mais conteúdo baiano à produção dos novos carros". 
“Eu tenho certeza que, do ponto de vista logístico, será bom para a Ford, porque ela otimiza a sua produção e do ponto de vista nosso, dos baianos, e para o governo do Estado, a gente mostra que tem capacidade para fazer um carro praticamente completo aqui na Bahia”. Wagner lembrou, ainda, que no início do próximo ano a Ford estará lançando, em Brasília, seu novo carro mundial que foi todo desenvolvido na fábrica de Camaçari, onde emprega 1.200 engenheiros. “É mais emprego, mais tecnologia e mais gente sendo bem formada”, ressaltou o governador.
Além de exaltar o novo projeto da montadora, Wagner lembrou que a JAC Motors também terá uma fábrica no Complexo de Camaçari, o que contribui ainda mais para a consolidação do parque automotivo baiano.
Com informações do Governo da Bahia
 ***
 
Viva o capitalismo nordestino
Estado comemora. Pernambuco lidera geração de empregos formais no Nordeste

O Estado de Pernambuco liderou a geração de empregos formais na Região Nordeste no mês de novembro. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados hoje (20) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, foram criados 5.135 empregos com carteira assinada, o que corresponde a uma expansão de 0,41% em relação ao mês anterior. Entre janeiro e novembro foram gerados 91.085 novos postos de trabalho em Pernambuco, também o maior saldo verificado na região, com crescimento de 7,74% em relação ao mesmo período do ano passado.

"Os números refletem o dinamismo da economia do Estado e do mercado de trabalho formal, fruto da política de investimentos desenvolvida pelo Governo de Pernambuco, que desde 2010 vem se mantendo no patamar de R$ 2,5 bilhões por ano, contra uma média histórica anterior (até 2006) de R$ 600 milhões anuais", comentou o secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Geraldo Júlio.


A geração de empregos é reflexo também de uma agressiva estratégia de atração de empreendimentos privados, que engloba além da política de incentivos fiscais, a priorização da capacitação profissional. Hoje o Estado dispõe de 14 escolas técnicas estaduais e seis federais, que juntas oferecem 23 cursos. Para 2014, a meta é chegar às 60 unidades de ensino profissionalizante.


O levantamento do Ministério do Trabalho também constatou a expansão do mercado de emprego em Pernambuco, com o crescimento da oferta de vagas nos municípios do interior do Estado. Segundo o Caged, entre os dez municípios que mais criaram empregos formais no mês de novembro apenas quatro são da Região Metropolitana do Recife.


“A estratégia de interiorização do desenvolvimento, implantada pelo Governo do Estado, vem possibilitando à população do interior do Estado realizar o sonho de conseguir um bom emprego, numa boa grande indústria e com bom salário”, destaca Geraldo Júlio.












NE10

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Incubadora do Agreste recebe propostas de empreendedores até sexta-feira

 Incubadora do Agreste recebe propostas de empreendedores até sexta-feira
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
20/12/2011 | 08h59 | ITAC




foto da internet
Termina nesta sexta-feira (23), o prazo para que empreendedores do Agreste pernambucano apresentem propostas para incubação de empresas, voltadas à tecnologia, à Incubadora Tecnológica do Agreste Central (Itac). Ao todo, quatro vagas estão sendo oferecidas na sede do Centro Tecnológico da Moda, em Caruaru. A iniciativa integra a rede de incubadoras do Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep).
As propostas devem ser apresentadas pelo site do Itep (www.itep.br), por pessoas físicas ou jurídicas. Na página também está disponível o edital com todas as informações do processo seletivo. 
A ideia é apoiar empreendedores no desenvolvimento de produtos serviços ou processos com inovações. Os projetos ou empresas poderão utilizar instalações individuais e compartilhadas na incubadora, por um período de 24 meses. Os pré-selecionados deverão apresentar seus projetos oralmente nos próximos dias 27 e 28 de dezembro e o resultado final já será divulgado no dia 30.
Serão oferecidos os seguintes serviços e infraestrutura de apoio aos incubados: assessorias técnicas de projetos, planejamento, negócios, comunicação, comercialização, design, marcas e patentes; capacitação empresarial através de cursos; consultorias específicas; participação em eventos; material promocional; assinatura de periódicos; módulos individuais climatizados e mobiliário básico; além de ambientes compartilhados.


Pernambuco.com


quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Atividade econômica tem queda de 0,32% em outubro

Atividade econômica tem queda de 0,32% em outubro
Publicado em 14.12.2011, às 13h10

A atividade econômica apresentou queda de 0,32%, em outubro, em relação ao mês anterior. É o que mostra o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período), divulgado nesta quarta-feira (14). Em outubro, o índice registrou 138,61 pontos.

Na comparação com o mesmo mês de 2010, o IBC-Br teve alta de apenas 0,35%. Nos dez meses do ano, a expansão chegou a 3,04%, e em 12 meses encerrados em outubro, a 3,39%.

Sem ajustes sazonais, os dados mostram queda do IBC-Br de 0,23% em outubro, em relação ao mês anterior. No acumulado até outubro, houve alta de 3,04% e em 12 meses, de 3,47%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira. O índice incorpora informações sobre o nível da atividade dos três setores da economia - a indústria, o comércio e serviços e a agropecuária. O acompanhamento do índice é considerado importante pelo BC para que haja maior compreensão da atividade econômica e isso contribui para a antecipação de medidas de política econômica.



Fonte: Agência Brasil



segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Brasileiros terão crédito de R$ 160 bilhões para casa própria em 2012

Brasileiros terão crédito de R$ 160 bilhões para casa própria em 2012

Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
12/12/2011 | 11h21 | Casa própria


Imagem: Daniel Ferreira/CB/D.A Press

A arquiteta Andressa Batista Arantes, de 24 anos, comemora a aquisição do seu primeiro apartamento. Imagem: Daniel Ferreira/CB/D.A PressNem a crise econômica mundial, que cada vez mais se aproxima do Brasil, nem a forte valorização dos imóveis nos últimos três anos vão segurar o mercado imobiliário em 2012. Os brasileiros que pretendem adquirir sua casa própria ou mesmo trocar de imóvel para um maior e mais confortável não terão problemas por falta de crédito. As projeções são de que, somadas todas as linhas disponíveis no mercado, serão disponibilizados cerca de R$ 160 bilhões para aquisição de imóveis prontos, construção e reforma — um recorde. O valor é 23% maior que o aplicado até o fim deste ano, de quase R$ 130 bilhões.
   
Essa dinheirama deverá financiar cerca de 1,6 milhão de unidades no ano que vem em todo o país, conforme estimativas da Câmara Brasileira da Construção Civil (Cbic) e da Caixa Econômica Federal, que é responsável por 75% desse mercado. A maioria, R$ 100 bilhões, beneficiará a classe média — consumidores ou famílias com renda a partir de R$ 5 mil — e os recursos virão dos depósitos da caderneta de poupança.

Outros R$ 60 bilhões são do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e de outras fontes, como o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e Fundo de Desenvolvimento Social (FDS), com recursos orçamentários da União. Os clientes dessas linhas de crédito, administradas pela Caixa, são os trabalhadores com renda familiar de até R$ 5,4 mil. Desse total, 72% vão para a nova classe C — famílias com renda até R$ 4,6 mil, conforme classificação da Fundação Getulio Vargas, utilizada pelo governo federal.

Só a Caixa estima emprestar, em 2012, quase R$ 100 bilhões, incluindo R$ 38 bilhões da poupança destinados à classe média, para financiar 1 milhão de moradias, 15% mais que neste ano. “É um crescimento bastante robusto, considerando a carteira da instituição, de 75% do mercado”, afirma o vice-presidente de Governo da Caixa, José Urbano Duarte.

Com um cenário desses de crédito farto, o consumidor que apostar em queda dos preços pode se decepcionar e não conseguir comprar depois o imóvel pretendido no orçamento programado. Neste ano, houve redução de preços em algumas cidades brasileiras, depois de um período de três anos de valorização expressiva, de mais de 100% em muitos casos. Mas a alta continuou, ainda que em ritmo menor, em localidades como Distrito Federal e Rio de Janeiro, apontam pesquisas da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), da Universidade de São Paulo.

Jovens
Os brasileiros também têm procurado comprar seu primeiro imóvel cada vez mais cedo, até os 35 anos, conforme os dados da Caixa, líder no segmento. Em 2000, essa parcela mais jovem da população representava 51% do total que tomou empréstimo para a casa própria. Em 2011, a faixa dos consumidores até 35 anos passou a abocanhar 57,3% do volume financiado. Em 2010, ano de maior crescimento do setor, eles ficaram com 59,2% de todo o crédito imobiliário.

Aos 24 anos, a arquiteta Andressa Batista Arantes já garantiu o seu primeiro apartamento. Ela comprou o imóvel ainda na planta, em Águas Claras, e pretende pagá-lo em 12 anos e meio. “Assinei o contrato de promessa de compra e venda há duas semanas e estou muito feliz. Agora, tenho um lugar que é meu”, comemora. E não vai ser o único: “Pretendo comprar outros. Espero que esse seja apenas o primeiro”.

O presidente da Cbic, Paulo Simão, afirma que o crédito disponível — recursos da poupança e do FGTS — não é afetado diretamente pela crise e que a alta demanda reprimida manterá as vendas aquecidas. Para ele, por mais dificuldades que possam assolar a economia, há clientela para comprar. “O que tem de ser feito é adequar o produto ao bolso do consumidor. Estou falando de preços, condições de financiamento e perfil das unidades ofertadas”, afirma. O vice-presidente de Governo da Caixa concorda: “Não há, nesse setor, as incertezas da economia mundial, até porque imóveis continuam sendo um dos melhores investimentos”.

O presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Luiz França, reforça o fato de existir espaço grande para ampliar o crédito imobiliário, pois o volume concedido atualmente é um dos mais baixos do mundo. O Brasil aplica apenas 5,1% do Produto Interno Bruto no setor. França estima que os financiamentos possam atingir 11% do PIB em 2014.

Otimismo
Depois de um ano em que o mercado de venda de imóveis na planta desacelerou no Distrito Federal, devido à demora do Governo do Distrito Federal em liberar os projetos, o vice-presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do DF (Ademi-DF), Rodrigo Nogueira, está animado com 2012. Para ele, a queda da taxa básica de juros (Selic) beneficia diretamente o setor. “Se a Selic cair em maior velocidade, como sinaliza a presidente Dilma Rousseff, poderá gerar um novo boom imobiliário”, diz.

Nogueira, que também é sócio da construtora JC Gontijo, afirma que a preocupação é com a velocidade de aprovação dos projetos pelo GDF. “Isso pode implicar diretamente nos lançamentos dos próximos anos, especificamente de 2012”, alerta. A JC Contijo tem 12 empreendimentos em vias de lançamento.

O diretor nacional de Negócio da João Fortes Engenharia, Luiz Henrique Rimes, destaca que a burocracia do GDF para aprovação dos projetos pode encarecer os imóveis. A João Fortes tem seis projetos em andamento, quase todos residenciais, voltados para as classes A e B, à espera das liberações. “O preço alto dos imóveis não é só pela demanda maior que a oferta, mas pelos custos que as empresas têm. Há o encargo financeiro pela compra de um terreno para um empreendimento que não consegui lançar no prazo previsto. Vai para o preço de venda”, esclarece Rimes.

A diretora de empreendimentos da construtora Villela e Carvalho, Ludmila Pires Fernandes, também está otimista para o ano que vem. “Temos vários produtos engatilhados. Alguns já gostaríamos de ter lançado, mas não foi possível pelos entraves burocráticos.”




Do Correio Braziliense
 
 
 
 
 

Paiva ganhará hotel cinco estrelas com bandeira Sheraton

Paiva ganhará hotel cinco estrelas com bandeira Sheraton
 
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
12/12/2011 | 09h26 | Empreendimento

A marca de hotéis Sheraton, da rede Starwood Hotels & Resorts Worldwide Inc., anunciou que voltará a operar, agora com um hotel cinco estrelas na Reserva do Paiva. Imagem: Edvaldo Rodrigues/DP/D.A Press/Arquivo
Imagem: Edvaldo Rodrigues/DP/D.A Press/Arquivo

Dez anos depois de ter encerrado suas atividades em Pernambuco, a marca de hotéis Sheraton, da rede Starwood Hotels & Resorts Worldwide Inc., anunciou que voltará a operar, agora com um hotel cinco estrelas na Reserva do Paiva. O investimento de R$ 110 milhões, da Odebrecht Realizações Imobiliárias e do grupo português Promovalor, será construído na terceira etapa do complexo imobiliário localizado no Litoral Sul – que tem aporte total de R$ 450 milhões.

A previsão é que o Sheraton Reserva do Paiva Hotel and Convention Center seja inaugurado em março de 2014, pouco antes da Copa do Mundo de Futebol. Com 289 apartamentos, o empreendimento contará com a estrutura de um centro de convenções de 2.800 metros quadrados, com capacidade para 2.100 pessoas.

“Nunca quisemos sair do Recife. A nossa saída se deu por uma questão contratual com a família Petribu, do Grupo Votorantim, que na época decidiu vender o hotel. Por isso deixamos de operar a bandeira Sheraton após 10 anos no Recife. Seguimos buscando um novo parceiro e voltamos num novo momento, agora com o grupo Promovalor, para implantar em Pernambuco um produto totalmente diferente em termos de qualidade do que é praticado atualmente no Nordeste”, explicou o vice-presidente da Starwood Hotels and Resorts, Jose Ponte.

Segundo José Aníbal Catarino, presidente do grupo Promovalor, a obra deve empregar 1.400 pessoas durante a construção, direta e indiretamente. Outros 700 empregos devem ser gerados com a operação do hotel. Junto com os demais empreendimentos imobiliários da terceira etapa da Reserva do Paiva, o total de empregos deve chegar a 6 mil, diretos e indiretos, na construção. Catarino adiantou que o grupo tem projetos para investir tanto em hotéis, quanto em moradia, no Recife e na Região Metropolitana, mas não quis detalhar a operação.

Presente na cerimônia que lançou a pedra fundamental do hotel cinco estrelas, o governador Eduardo Campos ressaltou a importância do turismo para a economia de Pernambuco e lembrou que a atração de uma bandeira hoteleira internacional ajuda na divulgação do estado. “O Nordeste tem atuado em conjunto para a divulgação do destino, seguindo uma política nacional de promoção. A região é uma das quatro fronteiras do turismo mundial e deve se consolidar como destino”, frisou Campos.

Mercado

Na avaliação dos investidores do grupo Promovalor e da Starwood o Brasil tem um grande potencial para empreendimentos do porte do hotel que será instalado na Praia do Paiva. Devido ao crescimento do país e à inserção de mais pessoas no mercado de turismo, Jose Ponte, da Starwood, explica que aumenta a demanda tanto por empreendimentos que atendam a nova classe média e também um segmento para quem já tem uma maior “experiência” de turismo, com disposição de gastar mais em serviços e conforto. A Starwood opera com nove marcas de hotéis no mundo, sendo a principal delas a marca Sheraton. No Brasil, atualmente, são quatro hotéis nas cidades do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Salvador e de Porto Alegre.
Do Diario de Pernambuco