No início parece só mais um show. Um daqueles eventos que atraem jovens
aos milhares, mas que terminam com a inevitável sensação de “déjà vu”.
De mais do mesmo. No entanto, quem participa de um encontro da Força
Jovem cedo é tomado pelo sentimento de que algo de novo, de provocador,
de diferente está acontecendo naquele momento. Uma experiência de fazer
parte de uma grande onda do bem. De integrar uma cadeia de gente que
quer mudar o mundo e sabe que isso é possível. Se a proposta então é
conter um mal social da dimensão do crack, não há como ficar insensível.
E aí é só responder: “Não, não pare! Sim, continue!”, para você se
sentir definitivamente tocado pela FORÇA JOVEM. Um dos responsáveis por
essa “piração” do bem, Jean Madeira, mostra, até em entrevista, como é
bom em mobilizar. E como mobilizar pode ser bom.