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segunda-feira, 5 de março de 2012

Lula passa bem, mas ainda não tem previsão de alta

Nacional // Internação
Lula passa bem, mas ainda não tem previsão de alta
Publicado em 05.03.2012, às 09h58
Do NE10 Com informações de agências
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva passa bem nesta segunda-feira (5), após ser internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com infecção pulmonar de grau leve e febre baixa. Mesmo assim, os médicos ainda não preveem quando ele receberá alta.

Lula faz tratamento contra câncer de laringe no mesmo hospital. É justamente devido ao tratamento que o sistema de defesas do organismo de Lula estaria mais fraco, facilitando o surgimento da nova doença.

Serão realizados exames para revelar o quadro clínico do ex-presidente que concluiu o tratamento rádio-quimioterápico no dia 17 de fevereiro, quando foi submetido à última sessão de radioterapia
 
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NE10

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Temporada de chuvas põe em teste sistemas de prevenção

Temporada de chuvas põe em teste sistemas de prevenção

14 de dezembro de 2011 07h34 atualizado às 08h34

 Alessandra prefere permanecer em sua residência no Morro dos Cabritos mesmo com riscos. Foto: BBC Brasil
Alessandra prefere permanecer em sua residência no Morro dos Cabritos mesmo com riscos
Foto: BBC Brasil

Paulo Cabral
Enchentes e deslizamentos já são parte integrante da temporada de chuvas no Brasil. A quase um ano da maior tragédia climática do País, as autoridades dizem, no entanto, estarem melhor preparadas para lidar com situações de emergências.
Às vésperas de mais um verão chuvoso, serviços de Defesa Civil trabalham para minimizar o poder inevitável dos temporais, sobretudo, para reduzir o número de mortes. Em janeiro deste ano, mais de mil pessoas morreram na região serrana do Rio de Janeiro. A tragédia serviu como alerta para algumas administrações municipais, como a prefeitura do Rio, que instalou sirenes em 66 comunidades cariocas.
"Nosso principal objetivo é salvar vidas e por isso a cidade do Rio de Janeiro investiu em um moderno radar meteorológico, para nos alertar da chegada de chuva, e na instalação de sirenes para que a população possa ser alertada e busque abrigo", explicou o subsecretário de Defesa Civil do município, Márcio Motta. As sirenes foram instaladas em áreas classificadas como de alto risco de deslizamento. Elas são acionadas três horas antes da chegada de fortes tempestades.
Equipamentos similares também foram colocados em cidades da região serrana do Rio, bem como bairros da cidade de São Paulo sujeitos a enchentes, como a Freguesia do Ó, na zona norte da capital paulista.
Moradia
Embora tenha havido significativo investimento nos sistemas de alarme, o problema fundamental permanece: milhões de brasileiros ainda vivem em áreas perigosas como morros sujeitos a deslizamentos ou vales onde inundações são inevitáveis.

O especialista em gestão de riscos da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Moacyr Duarte, diz que não há dados confiáveis sobre o número exato dos brasileiros que vivem em situação de risco como essa. "O que a gente percebe quando vê imagens desses desastres, como nas enchentes em Santa Catarina ou nos deslizamentos na região serrana do Rio, é que há muitas ocupações em lugar de risco evidente. Ou então intervenções humanas que criam riscos, como cortar barrancos de qualquer jeito", observa.
Segundo Duarte, "existe uma preocupação muito grande e correta hoje em dia com a avaliação dos impactos que um empreendimento pode ter na natureza". "Mas ainda não nos acostumamos a olhar com mais atenção para os impactos da natureza sobre os empreendimentos", observa.
Morros cariocas
Na cidade do Rio de Janeiro, grande parte do risco está nas comunidades construídas nos morros em condições precárias e sem planejamento. Em abril de 2010, quase 70 pessoas morreram em deslizamentos nas favelas da cidade.

"Um levantamento da GeoRio indicou que 117 comunidades no Rio de Janeiro incluem áreas de alto risco, onde vivem 18 mil famílias. Retirar as pessoas desses locais ou fazer obras que os tornem seguros é um trabalho essencial, mas não é uma coisa que possa ser feita num passe de mágica", diz Márcio Motta. "Por isso nossa prioridade agora é salvar vidas."
A auxiliar de enfermagem Alessandra de Oliveira, 31 anos, mora em uma dessas 18 mil residências que passam todos os verões sob a constante ameaça de deslizamentos. No verão passado, a ameaça tornou-se realidade: numa madrugada de chuva intensa um pedaço do barranco no Morro dos Cabritos, na zona sul, deslizou arrastando pedras e plantas. Por sorte, a parede do quarto em que ela dormia resistiu e ninguém saiu ferido.
A prefeitura interditou a casa de Alessandra, mas ela continua vivendo no local, sob tensão frequente, sempre que nuvens escuras cobrem o Morro dos Cabritos. "Mesmo que tenha casa do governo para gente, vai ser muito longe, nos subúrbios da cidade. Então a gente prefere ficar aqui mesmo", diz ela, que vive em Copacabana e prefere continuar morando próximo do trabalho.
"Meu sonho mesmo seria que o governo fizesse um muro de contenção no barranco para que a gente pudesse viver em segurança aqui mesmo", diz.
Pesquisa
A fim de minizar o risco de pessoas como Alessandra, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) trabalha na combinação de dados climáticos com informações detalhadas do terreno de modo a estabelecer quais são as áreas de maior risco nas cidades.

"Nosso objetivo é poder dizer às autoridades com mais segurança o que pode acontecer caso uma chuva forte ocorra em São Paulo, no Rio de Janeiro e em outras grandes cidades brasileiras. O que precisamos é conhecer a realidade pluviométrica (o volume de chuvas) de cada área para combinar com dados sobre o solo, como ocupação humana e estabilidade, para saber direito qual o tamanho do problema", explica o diretor-geral do Inpe, Gilberto Câmara.
Neste ano o Inpe começou a operar com plena capacidade um supercomputador para análises climáticas - batizado de Tupã - para evitar que o governo e a população sejam pegos de supresa por desastres naturais. "Acredito que esse ano já será possível sentir uma significativa evolução na qualidade dos dados metereológicos em relação ao que tínhamos no ano passado", diz Câmara.
BBC Brasil
 
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Faça pelo bem do seu bebê - O teste do olhinho

Faça pelo bem do seu bebê

O teste do olhinho é capaz de detectar doenças oculares em recém-nascidos antes que elas se desenvolvam. Entenda a importância de pedir o exame ainda na maternidade
Da redação
redacao@folhauniversal.com.br


Todo mundo já ouviu falar no teste do pezinho, que detecta sinais de doenças que podem causar retardo mental em crianças. Mas e no teste do olhinho, você já ouviu falar? Também conhecido como teste do reflexo vermelho, ele pode detectar doenças como retinoplastia da prematuridade (má-formação que atinge bebês prematuros e pode levar a criança à cegueira), catarata, glaucoma, infecções, traumas decorrentes do parto e até tumores.

Apesar de sua importância, somente dez Estados, entre eles Mato Grosso do Sul e Paraná, já regulamentaram o exame. “O teste do pezinho tornou-se obrigatório por lei em 1990, mas até hoje não há uma lei federal que regulamente e obrigue os hospitais a fazer o teste do olhinho em todos os recém-nascidos”, afirma o oftalmopediatra Carlos Alberto Nunes, da Unimed.

O Ministério da Saúde incluiu o procedimento na Rede Cegonha, vinculada ao Sistema Único de Saúde (SUS), mas os especialistas afirmam que isso ainda não é o bastante. “É preciso treinar os médicos. Eles precisam saber como diferenciar uma retina saudável de uma doente e que a ausência do reflexo vermelho é sinal de problemas. Não pode ser especialidade só do oftalmologista”, defende Nunes.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 40 milhões de cegos no mundo, e outras 136 milhões de pessoas que sofrem de alguma deficiência visual. A estimativa é de que cerca de 80% desses casos poderiam ter sido evitados com o teste do olhinho.

O procedimento requer um oftalmoscópio, uma lanterna especial que produz o reflexo vermelho em olhos saudáveis, porém, o Ministério da Saúde afirma que uma lanterna comum já é capaz de detectar opacidade nos olhos. “Com esse exame, é possível recorrer a colírios ou outros métodos que vão evitar que a criança fique cega na grande maioria dos casos”, aponta o médico.


Folha Universal




Tumor cancerígeno na laringe de Lula diminui 75% - Política // saúde

Tumor cancerígeno na laringe de Lula diminui 75%

COTIDIANO

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Cirurgia foi descartada e médicos estão confiantes
Foto: UOL


A equipe médica que trata do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou na tarde dessa terça-feira (12) que o tumor cancerígeno que atinge a laringe do ex-presidente diminuiu 75% com o tratamento de quimioterapia. O resultado foi considerado surpreendente e acima da expectativa.

“[A redução] está dentro dos padrões, e excede um pouco o que a gente esperava. A redução era esperada, mas não sabíamos qual seria a dimensão. Foi uma dimensão extraordinária” disse o médico Arthur Kutz.

Segundo o médico, Lula só poderá ser avaliado como “curado” daqui a cinco anos, mas considerou que o ex-presidente está no “caminho da cura”. Com o resultado obtido, uma cirurgia para a retirada do tumor foi totalmente descartada.

"O presidente estava apreensivo, recebeu a notícia bem aliviado", disse o médico Paulo Hoff. "O importante agora é que tratamento atingiu todos os objetivos que poderíamos esperar, estamos muito satisfeitos", completou.

Os médicos disseram ainda que Lula poderá voltar a fazer suas atividades normalmente em março de 2012. O ex-presidente vai iniciar ainda hoje a terceira sessão de quimioterapia. Em janeiro, passará a receber sessões de radioterapia, para complementar o tratamento.




Fonte: Agência Brasil








terça-feira, 6 de dezembro de 2011

UMA FAMÍLIA, 18 ENTERROS

UMA FAMÍLIA, 18 ENTERROS

PERNAMBUCO.COM

 



 Buíque tenta retomar rotina e recebe últimos mortos e sobreviventes
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
06/12/2011 | 14h46 | Acidente


Aos poucos a cidade de Buíque, no sertão de Pernambuco, tenta voltar ao normal, enquanto as famílias choram a perda repentina de dezenas de entes queridos. Nesta terça-feira, o comércio, fechado por luto oficial, reabriu as portas e as aulas foram retomadas nas escolas.
Também hoje, a Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social de Pernambuco deu inicio ao processo de cadastramento das famílias enlutadas que perderam seus provedores. O objetivo é saber as que já estão incluídas em programas sociais do governo como o Bolsa Família para que elas possam receber um movo benefício que some uma renda assistencial mensal no valor de um salário mínimo.
Enquanto isso, é esperada para a tarde de hoje a chegada de mais quatro corpos que devem ser sepultados ainda hoje devido ao avançado estado de decomposição. Três deles estão no Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife aguardando a confirmação da identificação. De acordo com a polícia, eles devem ser os cadáveres de José de Anchieta da Silva, motorista auxiliar do coletivo, Agenaro de Melo Silva e José Kerle de Andrade Monteiro Filho.
Também deve chegar a Caruaru, a bordo de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB), o corpo de José Cláudio da Silva, que estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Prado Valadares, na Bahia e teve morte encefálica diagnosticada ontem.
Dois sobreviventes também são esperados com alegria: Gilmarques Alves da Silva e Everaldo Cavalcanti da Silva tiveram alta hoje na Bahia e também seguem viagem de volta para casa. O acidente que matou 34 pessoas aconteceu no sábado passado ma BR-116, em Nova Itarana, na Bahia.
Com informações do repórter Rafael Guerra




 Pernambuco.com